quinta-feira, 13 de março de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Promessa cumprida
Com muita delicadeza, a autora nos envolve em sua história, dentro do período de um ano, quando perdeu seu marido, e viu sua única filha sendo internada várias vezes, gravemente.
O tema parece impactante, mas o clima criado por Didion é de calmaria, de confissão.
Adorável!
“A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante. Você se senta para jantar, e aquela vida que você conhecia acaba de repente. A questão da auto-piedade.”
“— [Eu te amo] Mais do que mais um dia — disse ele baixinho em seu ouvido, antes de conduzi-la ao altar.
— Mais do que mais um dia - falou para ela nos cinco dias e cinco noites em que ele a viu no CTI do Beth Israel North.
— Mais do que mais um dia — eu falei para ela, na ausência dele, nos dias e noites seguintes.
— Como você costumava dizer para mim — disse ela, de vestido preto, na igreja de Saint John the Divine, no dia em que as cinzas dele foram depositadas na capela.”
“O que eu não daria para conversar sobre isso com John? O que eu não daria para debater o que quer que fosse com John? O que eu não daria para dizer qualquer coisa que o fizesse feliz? E o que seria essa coisa? Se eu tivesse dito a coisa certa na hora certa, teria funcionado?”
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Vida
Durante a nossa vida conhecemos pessoas que vem e que ficam.
Outras que vem e passam.
Existem aquelas que vem, ficam e depois de algum tempo se vão.
Mas existem aquelas que vem e se vão com uma enorme vontade de ficar...
[Charles Chaplin]
Túnel do Tempo
Texto escrito no passado. Tava perdido o probrezinho.
Achei o danado, tirei a poeira e publico navamente.
(Não sei o porquê, mas deu uma saudade O.O)
Saudades =/
Saudade de tudo.
Saudade de gentes, de momentos, de animaizinhos, de coisas, de lugares, de cheiros...
Saudade de momentos que passaram, que foram bons e vividos.
E de momentos que nem chegaram a acontecer, mas que foram bons planejar.
Saudade de cheiros, de perfumes, de músicas que lembram coisas boas [porque as ruins é melhor deixar bem guardadinhas].
Saudade de quando meus cachorros eram filhotes, de quando minha irmã era pequenina, de quando viajava para o sul em tooodas as férias.
Saudade do cheiro do Natal, do vento vindo do mar em direção a praia [bah, quanto tempo], de pegar pinhão caído da árvore, de tomar banho de chuva, de pisar na grama e escutar os estralos da geada.
Saudades de pessoas que estão longe. Algumas porque foram conversar como Papai do Céu, mais cedo do que deveriam. Outras, porque simplesmente a vida tomou rumos diferentes, e que agora estão longe.
Saudade de uma pessoa especial, que sabe que é especial, que veio de repente, e mais de repente se foi.
Saudade do antes. Do ontem.
Saudade de tudo um pouco. De um pouco de tudo.
Todas as saudades do muuuuundo!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Ah, o amor...
Nem 5 minutos guardados
[Nem 5 Minutos Guardados]
Teus olhos querem me levar
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A volta dos que não foram
E começaram as aulas.
As malditas aulas.
Estou sendo boazinha até. Ninguém mais aguenta sentar naquelas cadeiras e ouvir professor falar (e muito menos os colegas).
O resumo é que o pessoal não se aguenta, nem se tolera mais. O que é normal. TRÊS longos anos, não é fácil.
O bom de recomeçarem as aulas é o fato de ser o último primeiro semestre que enfrento (enfrentaremos).
Formatura final do ano (se tudo der certo, amém!).
Outro ponto positivo é ver quem não se via a tempos: amigos, colegas, professores, a própria faculdade, algumas pessoas perdidas (tchururururu)...
Ver calouros também é legal. Sempre aparece um bonitinho no pedaço, saca?!
Aaaah, ver como os novatos se comportam é legal também.
E temos pra eles até classificação. É que existem, na verdade, dois tipos de novatos: os que pensam que faculdade é desfile de moda (e em se tratando da minha, não é de todo errado), que abusam da maquiagem, dos modelitos, salto alto, roupas de marca e se acham os donos da festa (ops, do lugar) e o outro tipo, que é o que não está nem aí pra nada. Nem pra vida, nem pros cabelos, pras roupas...
[Creio que me enquadrava no segundo grupo =$ ]
No final todos se adaptam ao meio termo, que é o padrão do lugar.
E é assim.
♪ Don't stop dancing (Creed)
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O ex-amor
E não é a mais pura verdade?!
Texto retirado hoje do Blog do Sant'ana, nos links ao lado...
O ex-amor
Não há sensação mais assustadora do que reencontrar-se depois de muitos anos, em qualquer lugar, com alguém que foi o nosso grande e insubstituível amor.
De repente, num restaurante, num bar, numa festa, na rua, topamos com aquela mulher ou aquele homem que julgávamos seria inseparável das nossas vidas - e que pelos caprichos da existência tornou-se apenas numa vaga lembrança, afastada do nosso caminho, tornada desimportante pelo novo rumo que enveredamos.
Mas está ali presente, ao nosso lado, às vezes até conversando conosco, aquela pessoa que era a razão da nossa existência.Somos então tomados invariavelmente por uma náusea. Algo assim que atinge os que fazem regressão e voltam a vidas passadas. Aquele grande ex-amor afirma que tínhamos outra identidade, embora fôssemos nós mesmos.
Sucedem-se em nossa alma então as mais variadas e contraditórias emoções, desde o arrependimento e o remorso até a vergonha e o desvario.
Imediatamente, assalta-nos a quase certeza de que as outras pessoas que sucederam àquele grande ex-amor em nosso coração e em nossa vida não passaram de invasoras e intrusas, posseiras espoliadoras de algo ou de alguém que não lhes pertencia, tomado à força do legítimo dono.
E um profundo tédio nos domina, uma melancolia de danar a alma, uma dor do ideal perdido, do amor que se finou sem ter-se concluído, um imenso desperdício, um abismo de sonho desfeito, um mal que a gente fez a si próprio sem querer, uma culpa tremenda pela tristeza do que se acabou sendo e o libelo do que se deixou de ser.
A vida tinha que nos poupar do reencontro com o ex-amor. Não há mal que mais nos vergaste que os sonhos frustrados, a lembrança do que tinha de ser e evaporou-se nas sombras, do querido e não conseguido, do palpável e não tocado, do atingível e não resultado.
E ficamos a contabilizar os nossos danos e a imaginar os danos que causamos àquela pessoa que como um fantasma agora vem nos acusar. Que dor!
A dor do destino que não se traçou, da viagem naufragada contra os rochedos, embora a bússola nos advertisse sem sucesso.
O sentimento de autotraição, covardia, um chute na lucidez, a irrecuperável derrota da energia desaproveitada.
Poupe-nos a vida de nos reencontrarmos com os nossos ex-amores. Nós que tanto driblamos a sua recordação, que por autopiedade fingimos que os esquecemos, tentando cultuar novos valores.
Mas que diabo, cedo ou tarde verificamos que aquela ferida ainda sangra e, na melhor das hipóteses, se no futuro não for de novo pelos reencontros remexida, ainda assim se tornará numa inocultável e horrenda cicatriz.
A cicatriz da marca de ferro em brasa no pêlo e couro das cavalgaduras.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
O ano do pensamento mágico
Cada coisa no seu lugar...
E o que não está, ou não interfere no curso normal das coisas, ou só melhora.
É assim que o ano começou: 2008.
Parece que tudo se encaixa, e parece que tudo vem para o bem...
Reaparecem velhas oportunidades, ao mesmo tempo em que aparecem novas.
Desde um beijo estralado até conversas que duram horas.
O título do post é referência a um livro, que na verdade não lí inteiro, apenas o primeiro capítulo (por recomendação) e que tornou-se missão para breve, lê-lo por inteiro.
O ano em que o pensamento nos dá o que de melhor queremos.
E, no momento, quero ser feliz e estou sendo.
É o ano da minha formatura.
É o ano do fim de um ciclo incrível da minha vida.
É o ano do MEU pensamento mágico.
Somente coisas boas.
Oxalá!
A animação é grande porque janeiro é, geralmente, um mês despresível...
E este é o melhor janeiro de todos os janeiros já vividos e que seja o ano melhor de todos os anos já vividos.
O meu ano!
2008.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Um dia saberemos...
[New Radicals - Someday we'll know]
Whatever happened to Amelia Earhart[1]
O que foi que aconteceu a Amelia Earhart ?
Who holds the stars up in the sky
Quem sustenta as estrelas no céu?
Is true love just once in a lifetime
Amor verdadeiro é uma única vez na vida?
Did the captain of the Titanic cry?
O capitão do Titanic chorou?
Someday we'll know
Algum dia saberemos
If love can move a mountain
Se o amor pode mover uma montanha,
Someday we'll know
Algum dia saberemos
Why the sky is blue
Porque o céu é azul
Someday we'll know
Algum dia nós saberemos
Why I wasn´t meant for you
Porque eu não fui destinado para você.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Amelia_Earhart
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Mariana foi pro mar!
E ela pensou por muitas vezes
Mariana se cansou
E foi numa tarde de domingo que ganhou tudo no bingo
Uma lágrima de sal percorre no seu rosto
E se ela pensava muitas vezes
Hoje ela desfila pela areia
domingo, 23 de dezembro de 2007
Que venha em paz, 2008!
Há quem faça contas
Há quem vá as compras
Quando mais um ano chega ao fim
Hora de escrever cartões
Hora de rever os planos
Mais um ano chega ao fim
Quem venha em paz, o ano que vem
Que venha em paz, o que o futuro trouxer
Cai a neve na vitrine
E a gente derrete ao sol
Neste natal tropical
Os cachorros da vizinhança vão latir
Sob fogos de artifício
Pensarão que é o fim
Mas será só o início
Quem venha em paz, o ano que vem
Que venha em paz, o que o futuro trouxer
Há quem ignore o calendário
Há quem fique de olho no horário
Quando mais um ano chega ao fim
Quem venha em paz, o ano que vem
Que venha em paz, o que o futuro trouxer
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Um pouquinho de amor [♪]
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Às promessas de fim de ano
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Etapa 2/4: concluída!
Enfim, uma etapa bem importante da minha história acadêmica foi concluída: acabei a fase 2 do meu TCC.
Óquei, óquei... ainda restam 2 fases (que são as piores), mas fico contente com esse encerramento.
Agora só o ano que vem.
Agora terei tempo pra mim e pra fazer o que eu gosto: nada.
E amanhã já tem festa à fantasia e eu vou.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
A idade do céu
E essa é a música mais linda (da semaaaana inteira)!
A IDADE DO CÉU - Paulinho Moska
Não somos mais que uma gota de luz
Uma estrela que cai, uma fagulha tão só
Na idade do céu
Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
Não somos mais que um punhado de mar
Uma piada de Deus ou um capricho do sol
No jardim do céu
Não damos pé entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal no mar do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu .
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
...
Se eu deitar aqui
Se eu apenas deitar aqui
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Esta selva...
Não deveria me sentir assim.
Não deveria dar trela para aqueles olhos, novamente.
Ando tão cansada, físico e mentalmente.
Muitos trabalhos na faculdade, e esse TCC que ocupa todo o espaço e todo o tempo dos meus neurônios.
E as provas nem começaram.
Estou exausta que nem ao menos quero sair e me divertir, como todos fazem.
Mas, quando encontro aqueles olhos, tudo melhora.
Sério mesmo!
São os olhos mais meigos e lindamente lindos de todo o velho oeste.
Não vou me condenar por isso, ele deixa meu dia mais feliz.
Meus dias estressantes ficam menos, bem menos quando ele está ali.
E não é paixão, é uma admiração (se é que isso existe!).
E como diz a canção do Humberto:
"No meio de tudo você me salva da selva
Acima de tudo, no meio de tudo, você..."
[Acima de tudo você - Eng. do Hawaii]
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