quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Ah, o amor...
Nem 5 minutos guardados
[Nem 5 Minutos Guardados]
Teus olhos querem me levar
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A volta dos que não foram
E começaram as aulas.
As malditas aulas.
Estou sendo boazinha até. Ninguém mais aguenta sentar naquelas cadeiras e ouvir professor falar (e muito menos os colegas).
O resumo é que o pessoal não se aguenta, nem se tolera mais. O que é normal. TRÊS longos anos, não é fácil.
O bom de recomeçarem as aulas é o fato de ser o último primeiro semestre que enfrento (enfrentaremos).
Formatura final do ano (se tudo der certo, amém!).
Outro ponto positivo é ver quem não se via a tempos: amigos, colegas, professores, a própria faculdade, algumas pessoas perdidas (tchururururu)...
Ver calouros também é legal. Sempre aparece um bonitinho no pedaço, saca?!
Aaaah, ver como os novatos se comportam é legal também.
E temos pra eles até classificação. É que existem, na verdade, dois tipos de novatos: os que pensam que faculdade é desfile de moda (e em se tratando da minha, não é de todo errado), que abusam da maquiagem, dos modelitos, salto alto, roupas de marca e se acham os donos da festa (ops, do lugar) e o outro tipo, que é o que não está nem aí pra nada. Nem pra vida, nem pros cabelos, pras roupas...
[Creio que me enquadrava no segundo grupo =$ ]
No final todos se adaptam ao meio termo, que é o padrão do lugar.
E é assim.
♪ Don't stop dancing (Creed)
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O ex-amor
E não é a mais pura verdade?!
Texto retirado hoje do Blog do Sant'ana, nos links ao lado...
O ex-amor
Não há sensação mais assustadora do que reencontrar-se depois de muitos anos, em qualquer lugar, com alguém que foi o nosso grande e insubstituível amor.
De repente, num restaurante, num bar, numa festa, na rua, topamos com aquela mulher ou aquele homem que julgávamos seria inseparável das nossas vidas - e que pelos caprichos da existência tornou-se apenas numa vaga lembrança, afastada do nosso caminho, tornada desimportante pelo novo rumo que enveredamos.
Mas está ali presente, ao nosso lado, às vezes até conversando conosco, aquela pessoa que era a razão da nossa existência.Somos então tomados invariavelmente por uma náusea. Algo assim que atinge os que fazem regressão e voltam a vidas passadas. Aquele grande ex-amor afirma que tínhamos outra identidade, embora fôssemos nós mesmos.
Sucedem-se em nossa alma então as mais variadas e contraditórias emoções, desde o arrependimento e o remorso até a vergonha e o desvario.
Imediatamente, assalta-nos a quase certeza de que as outras pessoas que sucederam àquele grande ex-amor em nosso coração e em nossa vida não passaram de invasoras e intrusas, posseiras espoliadoras de algo ou de alguém que não lhes pertencia, tomado à força do legítimo dono.
E um profundo tédio nos domina, uma melancolia de danar a alma, uma dor do ideal perdido, do amor que se finou sem ter-se concluído, um imenso desperdício, um abismo de sonho desfeito, um mal que a gente fez a si próprio sem querer, uma culpa tremenda pela tristeza do que se acabou sendo e o libelo do que se deixou de ser.
A vida tinha que nos poupar do reencontro com o ex-amor. Não há mal que mais nos vergaste que os sonhos frustrados, a lembrança do que tinha de ser e evaporou-se nas sombras, do querido e não conseguido, do palpável e não tocado, do atingível e não resultado.
E ficamos a contabilizar os nossos danos e a imaginar os danos que causamos àquela pessoa que como um fantasma agora vem nos acusar. Que dor!
A dor do destino que não se traçou, da viagem naufragada contra os rochedos, embora a bússola nos advertisse sem sucesso.
O sentimento de autotraição, covardia, um chute na lucidez, a irrecuperável derrota da energia desaproveitada.
Poupe-nos a vida de nos reencontrarmos com os nossos ex-amores. Nós que tanto driblamos a sua recordação, que por autopiedade fingimos que os esquecemos, tentando cultuar novos valores.
Mas que diabo, cedo ou tarde verificamos que aquela ferida ainda sangra e, na melhor das hipóteses, se no futuro não for de novo pelos reencontros remexida, ainda assim se tornará numa inocultável e horrenda cicatriz.
A cicatriz da marca de ferro em brasa no pêlo e couro das cavalgaduras.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
O ano do pensamento mágico
Cada coisa no seu lugar...
E o que não está, ou não interfere no curso normal das coisas, ou só melhora.
É assim que o ano começou: 2008.
Parece que tudo se encaixa, e parece que tudo vem para o bem...
Reaparecem velhas oportunidades, ao mesmo tempo em que aparecem novas.
Desde um beijo estralado até conversas que duram horas.
O título do post é referência a um livro, que na verdade não lí inteiro, apenas o primeiro capítulo (por recomendação) e que tornou-se missão para breve, lê-lo por inteiro.
O ano em que o pensamento nos dá o que de melhor queremos.
E, no momento, quero ser feliz e estou sendo.
É o ano da minha formatura.
É o ano do fim de um ciclo incrível da minha vida.
É o ano do MEU pensamento mágico.
Somente coisas boas.
Oxalá!
A animação é grande porque janeiro é, geralmente, um mês despresível...
E este é o melhor janeiro de todos os janeiros já vividos e que seja o ano melhor de todos os anos já vividos.
O meu ano!
2008.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Um dia saberemos...
[New Radicals - Someday we'll know]
Whatever happened to Amelia Earhart[1]
O que foi que aconteceu a Amelia Earhart ?
Who holds the stars up in the sky
Quem sustenta as estrelas no céu?
Is true love just once in a lifetime
Amor verdadeiro é uma única vez na vida?
Did the captain of the Titanic cry?
O capitão do Titanic chorou?
Someday we'll know
Algum dia saberemos
If love can move a mountain
Se o amor pode mover uma montanha,
Someday we'll know
Algum dia saberemos
Why the sky is blue
Porque o céu é azul
Someday we'll know
Algum dia nós saberemos
Why I wasn´t meant for you
Porque eu não fui destinado para você.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Amelia_Earhart
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Mariana foi pro mar!
E ela pensou por muitas vezes
Mariana se cansou
E foi numa tarde de domingo que ganhou tudo no bingo
Uma lágrima de sal percorre no seu rosto
E se ela pensava muitas vezes
Hoje ela desfila pela areia
domingo, 23 de dezembro de 2007
Que venha em paz, 2008!
Há quem faça contas
Há quem vá as compras
Quando mais um ano chega ao fim
Hora de escrever cartões
Hora de rever os planos
Mais um ano chega ao fim
Quem venha em paz, o ano que vem
Que venha em paz, o que o futuro trouxer
Cai a neve na vitrine
E a gente derrete ao sol
Neste natal tropical
Os cachorros da vizinhança vão latir
Sob fogos de artifício
Pensarão que é o fim
Mas será só o início
Quem venha em paz, o ano que vem
Que venha em paz, o que o futuro trouxer
Há quem ignore o calendário
Há quem fique de olho no horário
Quando mais um ano chega ao fim
Quem venha em paz, o ano que vem
Que venha em paz, o que o futuro trouxer
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Um pouquinho de amor [♪]
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Às promessas de fim de ano
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Etapa 2/4: concluída!
Enfim, uma etapa bem importante da minha história acadêmica foi concluída: acabei a fase 2 do meu TCC.
Óquei, óquei... ainda restam 2 fases (que são as piores), mas fico contente com esse encerramento.
Agora só o ano que vem.
Agora terei tempo pra mim e pra fazer o que eu gosto: nada.
E amanhã já tem festa à fantasia e eu vou.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
A idade do céu
E essa é a música mais linda (da semaaaana inteira)!
A IDADE DO CÉU - Paulinho Moska
Não somos mais que uma gota de luz
Uma estrela que cai, uma fagulha tão só
Na idade do céu
Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
Não somos mais que um punhado de mar
Uma piada de Deus ou um capricho do sol
No jardim do céu
Não damos pé entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal no mar do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu .
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
...
Se eu deitar aqui
Se eu apenas deitar aqui
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Esta selva...
Não deveria me sentir assim.
Não deveria dar trela para aqueles olhos, novamente.
Ando tão cansada, físico e mentalmente.
Muitos trabalhos na faculdade, e esse TCC que ocupa todo o espaço e todo o tempo dos meus neurônios.
E as provas nem começaram.
Estou exausta que nem ao menos quero sair e me divertir, como todos fazem.
Mas, quando encontro aqueles olhos, tudo melhora.
Sério mesmo!
São os olhos mais meigos e lindamente lindos de todo o velho oeste.
Não vou me condenar por isso, ele deixa meu dia mais feliz.
Meus dias estressantes ficam menos, bem menos quando ele está ali.
E não é paixão, é uma admiração (se é que isso existe!).
E como diz a canção do Humberto:
"No meio de tudo você me salva da selva
Acima de tudo, no meio de tudo, você..."
[Acima de tudo você - Eng. do Hawaii]
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
A arte de dividir-se em várias...
Sabe quando se tem tanta coisa, tanta coisa pra se fazer, e nem se imagina por onde começar?
É assim minha vida deste segundo semestre de 2007.
O bom de tudo isso é que... é que... ainda tenho que encontrar o que isso traz de bom.
Mas de ruim, eu sei: quando não se sabe por onde começar e, se tenta fazer mil coisas ao mesmo tempo, geralmente, não se faz nada direito.
Não reclamo de ter tudo isso pra fazer... reclamo da minha desmotivação!
To cansada... =
E to sem tempo pra mim, pras minhas coisinhas, pras minhas rotinas, to sem tempo pra ninguém!
Isso me irrita.
O bom, ao caso, é que surgem coisas (sempre surgem!) que transformam reclamações em silêncios, resmungos em risadas, e mau tempo em chuva refrescante de verão.
Sempre surgem pessoinhas capazes de nos fazer ficar envergonhadas em segundos.
E que surjam sempre!
Sempre sempre e pra todo o sempre...
Mesmo assim, continuo sem tempo!
=)
"Pra pegar a onda tem que estar
Surfando karmas e DNA
Não dá pra domar a força do mar
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar"
Engenheiros do Hawaii - Onda
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You know my name?
Fernanda!
É, poisé, estranho... mas eu sempre tenho nas idéias que as pessoas não lembram meu nome. Não que me ache um zero à esquerda... não! É que eu tenho a facilidade de lembrar de nomes, e acho que o resto dos mortais não tem.
Sim, é besteira, eu sei!
Mas adoro que me chamem pelo nome. Se um vendedor, então, pergunta:
_E aí, Fernanda, a calça ficou boa?
Sou capaz de levar mesmo que não tenha ficado assim assim...
=)
Bom, e também que acho meu nome bonito: FERNANDA
É bem sonoro e dá pra criar um monte de apelidos... Fê, Fer, Ferdi, Ferdinanda, Fernandinha, Nanda, Nandoca, Nandinha... e por aí vai!
Fernanda, mas pode chamar de Fer!
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(a-ham, sei ¬¬)

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segunda-feira, 22 de outubro de 2007
To my girl
Ela tem um sorriso que para mim parece Me fazer lembrar de memórias de infância
De quando tudo era fresco como o brilhante céu azul
Agora então, quando vejo seu rosto
Ela me leva para aquele lugar especial
E se eu olhasse muito
Provavelmente perderia o controle e choraria
Ooooh, minha doce criança
Ooooh, meu doce amor!
[Guns & Roses - Sweet Child o' mine]
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Tea for two
Sonho de sonho mesmo. De dormir e sonhar...
Num desses sonhos, estava jantando com o Caco Ciocler, num restaurante com vista para a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. E seu nome era Heriberto Leão... mas eu sabia que ele era o Caco (bem melhor...)
Aí, lógico, acordei de bom-humor.
(E se ao invés da Baía de Guanabara fosse o deserto do Saara - blé -? Meu dia teria sido bom? E se tivesse sonhado que jantava com alguém não tão assim-assim como o Caco Ciocler? Meu dia teria sido uma M?)
Mas, enfim... o bom da vida é que ela nem sempre nos dá o que pedimos.
Às vezes, queremos um diamante, e o bom Deus nos dá uma pedra.
Ficamos chateados até descobrir que podemos lapidar e transformá-lo num diamante.
Basta ter vontade e saber observar os detalhes.
Os detalhes!
E viva o Caco Ciocler que foi um perfeito cavalheiro no jantar (e o que importa se foi só um sonho?)
=)
All I can say is that my life is pretty plain
Tudo o que posso dizer é que minha vida é bastante monótona
I like watchin' the puddles gather rain
Eu gosto de onservar as poças recolherem a chuva

And all I can do is just pour some tea for two
E tudo o que posso fazer é apenas por um pouco de chá para dois
And speak my point of view
E expressar meu ponto de vista
But it's not sane, It's not sane
[Blind Melon - No rain]






